Thursday, April 29, 2004
E ontem, depois do trabalho, assisti a Kill Bill Vol.2.
Incrivelmente muiiiiito bom! Não assisti o 1 ainda e também não é preciso para assistir o 2. É muito bom mesmo e valeu cada centavo de dólar. Só não vou de novo porque é muito caro. Quando o 2 chegar no Brasil (daqui a 6 meses...) eu assisto de novo. O 1 provavelmente ainda vai estar passando quando eu chegar no Brasil. Vá assistir pois vale a pena. Várias referências aos anos 70 no filme inteiro. O roteiro é beeeem feliz e a fotografia perfeita. Melhor que Pulp Fiction na minha opinião. E eu gosto bastante de Pulp Fiction... É pipoca bem feliz!
Se não assistiu o 1 ainda vá ver pois vale a pena. E viva Tarantino!

trilha quinta
Lambchop - tools in the dryer
Mogwai - rock action
Moby - 18
Incrivelmente muiiiiito bom! Não assisti o 1 ainda e também não é preciso para assistir o 2. É muito bom mesmo e valeu cada centavo de dólar. Só não vou de novo porque é muito caro. Quando o 2 chegar no Brasil (daqui a 6 meses...) eu assisto de novo. O 1 provavelmente ainda vai estar passando quando eu chegar no Brasil. Vá assistir pois vale a pena. Várias referências aos anos 70 no filme inteiro. O roteiro é beeeem feliz e a fotografia perfeita. Melhor que Pulp Fiction na minha opinião. E eu gosto bastante de Pulp Fiction... É pipoca bem feliz!
Se não assistiu o 1 ainda vá ver pois vale a pena. E viva Tarantino!

trilha quinta
Lambchop - tools in the dryer
Mogwai - rock action
Moby - 18
Wednesday, April 28, 2004
quarta, 28
O dia do...

Sim, sky aquático.
Após o espediente, a tardinha. Um dia bonito (chovendo, com vento), apropriado para o esporte.
Temperatura ambiente = 16 graus.
Temperatura da água = 15,4 graus.

Bom, o principiante aqui tentou. Pelo menos isso. Porque na verdade foi um... F I A S C O. Sério. Fomos eu, Marti e Thom. O Thom também é engenheiro da Gallagher e dono da lancha. Foi muito divertido, apesar do gelo.
Primeiro os dois foram. Depois foi a vez do amador.

eu congelando
Para começar o choque térmico foi excepcional. Nem eles quase aguentavam. Mas foram, bem felizes.
Depois de superado o choque térmico. O começo das tentativas. Para começar, primeiro tu tens que colocar os skys nos pés dentro da água, o que já é um trabalho. Depois de colocados, seguir as instruções. Deixar os skys na posição vertical dentro da água, os joelhos encostados no peito e os braços sempre esticados. SEMPRE. A lancha arranca e tu vai indo, com a água indo com toda a pressão na tua cara (uns 5 segundos com água jorrando nariz a dentro), até que a lancha já tenha exercido força o bastante para te puxar e para que tu possa levantar e ficar completamente em pé. Daí vem o maior pepino de todos: a hora certa de ficar em pé. Muiiiiitas tentativas frustradas. Eu sendo arrastado, os skys p'rá cima, a cara na água, uma cena linda de se ver! O imbecil aqui não se ligava de largar a guia imediatamente e era arrastado de tudo que é jeito dentro da água.

Muiiiito divertido. E gelado. Muito gelado. Depois de umas 10 tentativas, eis que consigo ficar em pé! 5 segundos!!! Óóóóóóóóó!!! Depois na segunda já foram 10! E isso foi o máximo. O controle daquele troço é horrível. Eles mesmo falaram que tem gente que nunca (!) levanta! Foi bem feliz e divertido enquanto durou. Depois disso fomos de volta para a cidade, pois sky à noite, no frio (mais frio), não seria tão legal...
Como deveria ser:

Banho quente muito feliz! Supermercado para janta. Simpsons e Malcon e coca-light.
trilha-quarta
los hermanos - bloco do eu sozinho
coldplay - parachutes
O dia do...

Sim, sky aquático.
Após o espediente, a tardinha. Um dia bonito (chovendo, com vento), apropriado para o esporte.
Temperatura ambiente = 16 graus.
Temperatura da água = 15,4 graus.

Bom, o principiante aqui tentou. Pelo menos isso. Porque na verdade foi um... F I A S C O. Sério. Fomos eu, Marti e Thom. O Thom também é engenheiro da Gallagher e dono da lancha. Foi muito divertido, apesar do gelo.
Primeiro os dois foram. Depois foi a vez do amador.

eu congelando
Para começar o choque térmico foi excepcional. Nem eles quase aguentavam. Mas foram, bem felizes.
Depois de superado o choque térmico. O começo das tentativas. Para começar, primeiro tu tens que colocar os skys nos pés dentro da água, o que já é um trabalho. Depois de colocados, seguir as instruções. Deixar os skys na posição vertical dentro da água, os joelhos encostados no peito e os braços sempre esticados. SEMPRE. A lancha arranca e tu vai indo, com a água indo com toda a pressão na tua cara (uns 5 segundos com água jorrando nariz a dentro), até que a lancha já tenha exercido força o bastante para te puxar e para que tu possa levantar e ficar completamente em pé. Daí vem o maior pepino de todos: a hora certa de ficar em pé. Muiiiiitas tentativas frustradas. Eu sendo arrastado, os skys p'rá cima, a cara na água, uma cena linda de se ver! O imbecil aqui não se ligava de largar a guia imediatamente e era arrastado de tudo que é jeito dentro da água.

Muiiiito divertido. E gelado. Muito gelado. Depois de umas 10 tentativas, eis que consigo ficar em pé! 5 segundos!!! Óóóóóóóóó!!! Depois na segunda já foram 10! E isso foi o máximo. O controle daquele troço é horrível. Eles mesmo falaram que tem gente que nunca (!) levanta! Foi bem feliz e divertido enquanto durou. Depois disso fomos de volta para a cidade, pois sky à noite, no frio (mais frio), não seria tão legal...
Como deveria ser:

Banho quente muito feliz! Supermercado para janta. Simpsons e Malcon e coca-light.
trilha-quarta
los hermanos - bloco do eu sozinho
coldplay - parachutes
Tuesday, April 27, 2004
Terça
Acordei sonhando que iria ter um show do Radiohead em Panambosta!
Isso realmente afetou minha cabeça. Definitivamente. E era num ginásio estranho que não existe em Panambosta. Tá, mas mudando de assunto...
Manhã inteira em cima de energizadores e placas eletrônicas e montagens e essas coisas. De tarde, o mesmo.
Nada aconteceu de especial com exceção que foi o primeiro dia que amanheceu chovendo. E choveu a manhã inteira e um pedaço da tarde.
E foi bom porque eu tinha que trabalhar e vendo um tempo feio a gente não pensa que podia estar lá fora aproveitando (claro que passa pela cabeça a cama feliz, a chuvinha lá fora e as cobertas...).
O centro aqui fecha às 5, logo, não tenho como comprar nada e nem ver nada nas lojas. Mesmo nos shoppings, que não passam das 5:30 da tarde. Abre às 9, fecha às 5. ô vidão.
Foda para quem quer ver alguma coisa. Tirando o primeiro dia não vi mais nada. Sempre tudo fechado. Só os montes de cafés e restaurantes. Não sei como sobrevivem. Sério, é muito restaurante p'ruma cidade só.
Sem mais pelo momento.
Rotina na Nova Zelândia.
trilha-terça:
the flaming lips - yoshimi battles the pink robot
björk - homogenic
the strokes - room on fire.
belle and sebastian - The boy with the arab strap
Acordei sonhando que iria ter um show do Radiohead em Panambosta!
Isso realmente afetou minha cabeça. Definitivamente. E era num ginásio estranho que não existe em Panambosta. Tá, mas mudando de assunto...
Manhã inteira em cima de energizadores e placas eletrônicas e montagens e essas coisas. De tarde, o mesmo.
Nada aconteceu de especial com exceção que foi o primeiro dia que amanheceu chovendo. E choveu a manhã inteira e um pedaço da tarde.
E foi bom porque eu tinha que trabalhar e vendo um tempo feio a gente não pensa que podia estar lá fora aproveitando (claro que passa pela cabeça a cama feliz, a chuvinha lá fora e as cobertas...).
O centro aqui fecha às 5, logo, não tenho como comprar nada e nem ver nada nas lojas. Mesmo nos shoppings, que não passam das 5:30 da tarde. Abre às 9, fecha às 5. ô vidão.
Foda para quem quer ver alguma coisa. Tirando o primeiro dia não vi mais nada. Sempre tudo fechado. Só os montes de cafés e restaurantes. Não sei como sobrevivem. Sério, é muito restaurante p'ruma cidade só.
Sem mais pelo momento.
Rotina na Nova Zelândia.
trilha-terça:
the flaming lips - yoshimi battles the pink robot
björk - homogenic
the strokes - room on fire.
belle and sebastian - The boy with the arab strap
Monday, April 26, 2004
Segunda foi um dia cheio. Comecei a ver a parte eletrônica dos energizadores e vi que terei muito mais trabalho do que imaginava. Mas está indo. Devagar, mas está indo. Só acho que vai acabar tomando um pouco mais de tempo do que devia.
Ontem fiquei aqui das 8 às 8 trabalhando. Depois do trabalho houve uma apresentação de uns novos produtos no mercado neo-zeolandês com direito a buffet de salgados e vinhos e cervejas e sucos. Tava legal, mas cheguei podre de cansado depois de passar 13 horas e meia aqui na Gallagher. Desmaiei e era isso.
Trilha do final de semana passado e desse início de semana (na ordem):
smashing pumpkings - adore
stone temple pilots - 4
strokes - second
placebo - without you i'm nothing
o fabuloso destino de Amélie Poulain - Trilha sonora.
doves- last broadcast
prodigy - fat of the land
super furry animals - phantom power
portishead - nyc live roseland
beth orton - daybreaker
Ontem fiquei aqui das 8 às 8 trabalhando. Depois do trabalho houve uma apresentação de uns novos produtos no mercado neo-zeolandês com direito a buffet de salgados e vinhos e cervejas e sucos. Tava legal, mas cheguei podre de cansado depois de passar 13 horas e meia aqui na Gallagher. Desmaiei e era isso.
Trilha do final de semana passado e desse início de semana (na ordem):
smashing pumpkings - adore
stone temple pilots - 4
strokes - second
placebo - without you i'm nothing
o fabuloso destino de Amélie Poulain - Trilha sonora.
doves- last broadcast
prodigy - fat of the land
super furry animals - phantom power
portishead - nyc live roseland
beth orton - daybreaker
Sunday, April 25, 2004
Se as fotos não aparecerem é problema do servidor onde eu estou armazenando as fotos.
Daí fica para outro dia...
Daí fica para outro dia...
Sexta
Trabalhei até às 5:30 e depois do trampo fomos (eu, Grant e Wendy, sua esposa) para o hotel pegar minhas coisas. Do hotel fomos para a casa do Iam, filho do dono da empresa, para buscá-lo, uma vez que sua esposa (Debby, goleira do time de Hockey da universidade) iria no dia seguinte com o carro. 2 horas depois estávamos em Whagamata (pronuncia-se fangamataah, em Maori). Chegamos lá, compramos nossa comida, fritas com peixes felizes. Fomos para a casinha do seu Bill Gallgher e jantamos.
Peixe, fritas e muito vinho branco. Depois disso fomos apresentados a casa: 7 quartos, todos com banheiro, 1 cozinha, 2 toiletes, 2 salas, 1 sala de jantar, sacada e terraço-pista de dança.
A esposa do Bill é arquiteta-decoradora e decorou e fez tudo. Muito massa a casa. Cada peça tem uma plaquinha com um nome. Por exemplo, a porta que leva para o terraço-dançante (a céu aberto) tem uma plaquinha com "Stairway to heaven". Bom, depois do tour, mais vinho e finalmente chegam Bill e sua esposa Judy. Ele já está nos 62 e ela deve estar quase lá. Os dois são muito gente boa e simples e já havia falado com ele quando ele esteve no Brasil em novembro do ano passado. Assistimos coisinhas na tv wide-screen-plasma feliz e fomos dormir.
Sábado
Café-da-manhã feliz e chegam Mark, Loui, Kathleen e Birger (todos os que estavam comigo na janta indiana). O Bill arruma todo o brinquedinho dele para podermos passear.
10 da manhã estou eu andando dentro de uma lancha beeem grandinha pela cidade. Chegamos numa lagoa que desemboca no mar, de onde saem todos os botes e barcos. É essa lagoa de baixo, beeem "feiinha".
Dali saímos para o mar aberto e foi uma das paisagens mais bacanas que eu já vi desde que eu cheguei. Muito massa, bom as fotos já dizem. O mar aberto é cheio de rochas e paredões de pedras felizes.
Depois de uns 20 minutos chegamos perto de uma ilha.
Ali o Bill e o filho descem para mergulhar e nós, meros mortais esperamos. A lancha balança. Eu, Mark e Wendy... vomitamos. Pobre é foda... hahahaha.. Mas o Loui, tinha dramins felizes (e ele tinha tomado um antes de sair de casa) e nos ofereceu. Tomei e não passei mais mal. Uns 20 minutos depois saímos para ter o almoço. Acabamos parando nessa outra ilha feliz.
Descemos, caminhamos. Almoçamos sanduíches e salgados felizes. Saindo dali damos a volta na ilha. A ilha foi um vulcão meio recente (não existe mais, mas não é tãããão velho) e do outro lado temos só rocha. Entramos ali pelo meio e vimos um monte de cavernas e essas formações rochosas bonitas na ilha.
No paredão dá para ver o número de vezes que o vulcão explodiu e como se contituiram as camadas ao longo do tempo na rocha. Depois passeamos mais e mais (e haja gasolina) e voltamos já pelas 5 da tarde para casa.
Banho feliz, coquetéis chiques com pastas que até agora eu não sei do que é que eram e a janta. Cogumelos estranhos e mais lombo e filé e pela primeira vez na vida: Lagosta. Eu comi lagosta e apesar do cheiro o gosto é beeem bom e feliz. E elas tinham 12 patas e 2 antenas e eu não parava de olhar praquelas patinhas até que o Iam disse que deveríamos quebrar as patinhas no meio e comer o que tinha dentro. E dentro tem tipo que uns canudinhos gelatinosos que são bem gostosos também.
(a foto ficou mal porque a bateria da câmera tava acabando e não tinha flash)
Tudo com muito vinho tinto feliz e depois sobremesas felizes de queijos com coisas doces em volta e bolinhas de chocolate com amendoas. De pança cheia, cama.
Domingo
Café-da-manhã tarde e passeio na cidade. No centro da cidade está acontecendo uma exposição de carros antigos. Em Whagamata inteira tu vê 1 milhão de carros antigos andando p'rá lá e p'rá cá. A Moça ia ficar maluca com a quantidade de carros antigos legais e bem conservados. Cheguei na exposição (que era de graça) e estava lotado. Aqui tem umas fotins de alguns dos carros legais que lá estavam...
Depois disso, meio-dia, almoço. Sanduíches again. Sério, nunca comi tanto sanduíche na minha vida inteira. Mas tudo saudável e com um monte de verduras felizes. E salmão feliz também. Depois do almoço chocolate e retorno a vida de pobre real em Hamilton. Chegamos aqui (eu, Grant e Wendy) às 3:30 da tarde. Li o jornal, tomei um banhão e fui para o cinema feliz. Finalmente consegui assistir Lost in Translation e é, muito feliz e bonito e eu gostei pra caramba. Antes do filme começar tocou Just do Radiohead e Portishead. Voltando para casa também escutei Paranoid Android num bar enquanto eu passava. E é legal porque tu podes ouvir Radiohead nos lugares e eles entram na tua vida e está ali, tocando músicas bacanas. E até agora não tocou nenhuma música horrível aqui, e isso tudo foi muito feliz. Fim de final-de-semana de novo.
Trabalhei até às 5:30 e depois do trampo fomos (eu, Grant e Wendy, sua esposa) para o hotel pegar minhas coisas. Do hotel fomos para a casa do Iam, filho do dono da empresa, para buscá-lo, uma vez que sua esposa (Debby, goleira do time de Hockey da universidade) iria no dia seguinte com o carro. 2 horas depois estávamos em Whagamata (pronuncia-se fangamataah, em Maori). Chegamos lá, compramos nossa comida, fritas com peixes felizes. Fomos para a casinha do seu Bill Gallgher e jantamos.
Peixe, fritas e muito vinho branco. Depois disso fomos apresentados a casa: 7 quartos, todos com banheiro, 1 cozinha, 2 toiletes, 2 salas, 1 sala de jantar, sacada e terraço-pista de dança.
A esposa do Bill é arquiteta-decoradora e decorou e fez tudo. Muito massa a casa. Cada peça tem uma plaquinha com um nome. Por exemplo, a porta que leva para o terraço-dançante (a céu aberto) tem uma plaquinha com "Stairway to heaven". Bom, depois do tour, mais vinho e finalmente chegam Bill e sua esposa Judy. Ele já está nos 62 e ela deve estar quase lá. Os dois são muito gente boa e simples e já havia falado com ele quando ele esteve no Brasil em novembro do ano passado. Assistimos coisinhas na tv wide-screen-plasma feliz e fomos dormir.
Sábado
Café-da-manhã feliz e chegam Mark, Loui, Kathleen e Birger (todos os que estavam comigo na janta indiana). O Bill arruma todo o brinquedinho dele para podermos passear.
10 da manhã estou eu andando dentro de uma lancha beeem grandinha pela cidade. Chegamos numa lagoa que desemboca no mar, de onde saem todos os botes e barcos. É essa lagoa de baixo, beeem "feiinha".
Dali saímos para o mar aberto e foi uma das paisagens mais bacanas que eu já vi desde que eu cheguei. Muito massa, bom as fotos já dizem. O mar aberto é cheio de rochas e paredões de pedras felizes.
Depois de uns 20 minutos chegamos perto de uma ilha.
Ali o Bill e o filho descem para mergulhar e nós, meros mortais esperamos. A lancha balança. Eu, Mark e Wendy... vomitamos. Pobre é foda... hahahaha.. Mas o Loui, tinha dramins felizes (e ele tinha tomado um antes de sair de casa) e nos ofereceu. Tomei e não passei mais mal. Uns 20 minutos depois saímos para ter o almoço. Acabamos parando nessa outra ilha feliz.
Descemos, caminhamos. Almoçamos sanduíches e salgados felizes. Saindo dali damos a volta na ilha. A ilha foi um vulcão meio recente (não existe mais, mas não é tãããão velho) e do outro lado temos só rocha. Entramos ali pelo meio e vimos um monte de cavernas e essas formações rochosas bonitas na ilha.
No paredão dá para ver o número de vezes que o vulcão explodiu e como se contituiram as camadas ao longo do tempo na rocha. Depois passeamos mais e mais (e haja gasolina) e voltamos já pelas 5 da tarde para casa.
Banho feliz, coquetéis chiques com pastas que até agora eu não sei do que é que eram e a janta. Cogumelos estranhos e mais lombo e filé e pela primeira vez na vida: Lagosta. Eu comi lagosta e apesar do cheiro o gosto é beeem bom e feliz. E elas tinham 12 patas e 2 antenas e eu não parava de olhar praquelas patinhas até que o Iam disse que deveríamos quebrar as patinhas no meio e comer o que tinha dentro. E dentro tem tipo que uns canudinhos gelatinosos que são bem gostosos também.
(a foto ficou mal porque a bateria da câmera tava acabando e não tinha flash)
Tudo com muito vinho tinto feliz e depois sobremesas felizes de queijos com coisas doces em volta e bolinhas de chocolate com amendoas. De pança cheia, cama.
Domingo
Café-da-manhã tarde e passeio na cidade. No centro da cidade está acontecendo uma exposição de carros antigos. Em Whagamata inteira tu vê 1 milhão de carros antigos andando p'rá lá e p'rá cá. A Moça ia ficar maluca com a quantidade de carros antigos legais e bem conservados. Cheguei na exposição (que era de graça) e estava lotado. Aqui tem umas fotins de alguns dos carros legais que lá estavam...
Depois disso, meio-dia, almoço. Sanduíches again. Sério, nunca comi tanto sanduíche na minha vida inteira. Mas tudo saudável e com um monte de verduras felizes. E salmão feliz também. Depois do almoço chocolate e retorno a vida de pobre real em Hamilton. Chegamos aqui (eu, Grant e Wendy) às 3:30 da tarde. Li o jornal, tomei um banhão e fui para o cinema feliz. Finalmente consegui assistir Lost in Translation e é, muito feliz e bonito e eu gostei pra caramba. Antes do filme começar tocou Just do Radiohead e Portishead. Voltando para casa também escutei Paranoid Android num bar enquanto eu passava. E é legal porque tu podes ouvir Radiohead nos lugares e eles entram na tua vida e está ali, tocando músicas bacanas. E até agora não tocou nenhuma música horrível aqui, e isso tudo foi muito feliz. Fim de final-de-semana de novo.
Thursday, April 22, 2004
Uma semana, e eu ainda olho para o lado errado antes de atravessar a rua.
Tenho trabalhado bastante ainda e chegado podre no hotel.
Ontem tive meu primeiro happy-hour aqui em Hamilton. Fomos num bar muito grande e bacana com vários sofás gigantes e felizes que ficavam dispostos em rodinhas. Eram daqueles sofás que a gente afunda dentro e que dá uma vontade grande de dormir...
Bebi umas cervejas enquanto o resto do pessoal ficou no vinho. O legal é que eles ficavam dando tábuas com comidas estranhas e gostosas no meio da roda de graça e a cada 30 dólares gasto pelo grupo (estavamos entre 8), eles davam mais 20 dólares em bebida. Bar beeem feliz.
A música era ao vivo, sem couvert, e era tipo bossa-nova. Aqui é cool tudo em ritmo de bossa nova. O cara tocou Garota de Ipanema (em inglês óbvio), Oasis, Metallica, Sinatra, Nirvana e Radiohead (Creep). Tudo em ritmo de bossa nova. O que mais me espantou foi a versão de Metallica. Muito estranho. Mas foi em bacana. Ficamos lá das 5 às 7:30 da noite. Beeem Feliz. Depois disso passei num sebô de livros usados beeeeem grande e achei um livro com a história do país e 1 milhão de fotos bem bacanas, publicado no ano passado, capa dura, bonitasso mesmo, por apenas 16 dólares. Com grana à vista tinha desconto e ficou por 14,65 dólares neo-zeolandeses. Menos de 30 reais!! Bem feliz.
Abaixo fotins:
Home Sweet Home
Work Sweet Work
Ahh, é legal né?
Hoje, após o trabalho estamos indo para a casa de praia do tio Bill Gallagher, dono de todo o grupo. Dizem que é uma casa bem bacana e que já apareceu naqueles programas de tv a cabo que mostram casas bacanas. Amanhã sairemos para Navegar no boat dele pelas praias afora. Acho que vai ser legal. Para quem me perguntou o que eu faria no final-de-semana, depois da minha resposta todo mundo falou: Bahh, muito legal. Que inveja! Deve mesmo ser bem bacana. Tá, eu sei que não é um show do Radiohead, mas...
Tenho trabalhado bastante ainda e chegado podre no hotel.
Ontem tive meu primeiro happy-hour aqui em Hamilton. Fomos num bar muito grande e bacana com vários sofás gigantes e felizes que ficavam dispostos em rodinhas. Eram daqueles sofás que a gente afunda dentro e que dá uma vontade grande de dormir...
Bebi umas cervejas enquanto o resto do pessoal ficou no vinho. O legal é que eles ficavam dando tábuas com comidas estranhas e gostosas no meio da roda de graça e a cada 30 dólares gasto pelo grupo (estavamos entre 8), eles davam mais 20 dólares em bebida. Bar beeem feliz.
A música era ao vivo, sem couvert, e era tipo bossa-nova. Aqui é cool tudo em ritmo de bossa nova. O cara tocou Garota de Ipanema (em inglês óbvio), Oasis, Metallica, Sinatra, Nirvana e Radiohead (Creep). Tudo em ritmo de bossa nova. O que mais me espantou foi a versão de Metallica. Muito estranho. Mas foi em bacana. Ficamos lá das 5 às 7:30 da noite. Beeem Feliz. Depois disso passei num sebô de livros usados beeeeem grande e achei um livro com a história do país e 1 milhão de fotos bem bacanas, publicado no ano passado, capa dura, bonitasso mesmo, por apenas 16 dólares. Com grana à vista tinha desconto e ficou por 14,65 dólares neo-zeolandeses. Menos de 30 reais!! Bem feliz.
Abaixo fotins:
Home Sweet Home
Work Sweet Work
Ahh, é legal né?
Hoje, após o trabalho estamos indo para a casa de praia do tio Bill Gallagher, dono de todo o grupo. Dizem que é uma casa bem bacana e que já apareceu naqueles programas de tv a cabo que mostram casas bacanas. Amanhã sairemos para Navegar no boat dele pelas praias afora. Acho que vai ser legal. Para quem me perguntou o que eu faria no final-de-semana, depois da minha resposta todo mundo falou: Bahh, muito legal. Que inveja! Deve mesmo ser bem bacana. Tá, eu sei que não é um show do Radiohead, mas...
Wednesday, April 21, 2004
Ok.
Três motivos para que eu não vá ao show do Radiohead:
1) Os ingressos já foram todos vendidos para as duas apresentações em Sidney, sexta e sábado.
2) Ia custar muitos dinheiros.
Mas ainda teria a possibilidade de assistir o show em Melbourn, na segunda-feira à noite (teremos show lá na segunda e terça, só que terça já está lotado também). Mas daí teria que achar vôos que saíssem daqui segunda à tardinha e retornassem na terça de manhã. Encontrei. Ia gastar só um pouco mais: 1000 dólares neo-zeolandeses. Isso dá uns 2000 reais. Iria sair o mesmo preço, mas daí eu teria que perder dois dias de trabalho, segunda e terça. E isso está fora de cogitação. Ainda teria a comida, porque hospedagem eu já teria na casa da cunhada do Grant, que mora lá. Mas daí, quando eu estava disposto a tudo isso apareceu o terceiro e maior problema:
3) Brasileiros, para irem para a Austrália, precisam de visto. Neo-zeolandeses não. E eu não consigo um visto para ir para a Austrália daqui da Nova Zelândia, em menos de 24 horas. Teria que ir ao consulado da Austrália, em Auckland, e então levaria 3 dias.
Consciência menos pesada, e um pouco de raiva por ser brasileiro nessas horas. Mais raiva ainda dos autralianos que exigem visto de brasileiros. Mesmo que somente por 1 dia lá.
Três motivos para que eu não vá ao show do Radiohead:
1) Os ingressos já foram todos vendidos para as duas apresentações em Sidney, sexta e sábado.
2) Ia custar muitos dinheiros.
Mas ainda teria a possibilidade de assistir o show em Melbourn, na segunda-feira à noite (teremos show lá na segunda e terça, só que terça já está lotado também). Mas daí teria que achar vôos que saíssem daqui segunda à tardinha e retornassem na terça de manhã. Encontrei. Ia gastar só um pouco mais: 1000 dólares neo-zeolandeses. Isso dá uns 2000 reais. Iria sair o mesmo preço, mas daí eu teria que perder dois dias de trabalho, segunda e terça. E isso está fora de cogitação. Ainda teria a comida, porque hospedagem eu já teria na casa da cunhada do Grant, que mora lá. Mas daí, quando eu estava disposto a tudo isso apareceu o terceiro e maior problema:
3) Brasileiros, para irem para a Austrália, precisam de visto. Neo-zeolandeses não. E eu não consigo um visto para ir para a Austrália daqui da Nova Zelândia, em menos de 24 horas. Teria que ir ao consulado da Austrália, em Auckland, e então levaria 3 dias.
Consciência menos pesada, e um pouco de raiva por ser brasileiro nessas horas. Mais raiva ainda dos autralianos que exigem visto de brasileiros. Mesmo que somente por 1 dia lá.
Origem:
A ilha norte do país foi a primeira a ser descoberta. Foi descoberta por um cara chamado Tasman. Acontece que esse cara era holandês, e vinha de um lugar na Holanda chamado Zeeland. O que aconteceu foi que ele deu o nome pra isso aqui de Neo-Zeeland, que posteriormente, foi modificado para New Zealand, com a chegada dos ingleses...
Felipe também é cultura. hahahhahahah
A ilha norte do país foi a primeira a ser descoberta. Foi descoberta por um cara chamado Tasman. Acontece que esse cara era holandês, e vinha de um lugar na Holanda chamado Zeeland. O que aconteceu foi que ele deu o nome pra isso aqui de Neo-Zeeland, que posteriormente, foi modificado para New Zealand, com a chegada dos ingleses...
Felipe também é cultura. hahahhahahah
Definitivamente, o sunday do mc donald's brasileiro é muiiiiiiito melhor que o neo-zeolandez.
Tuesday, April 20, 2004
Sério, quase comprei uma passagem para Sidney hoje. De ida na sexta e volta no sábado. Motivo: show deles, RADIOHEAD em Sidney, Austrália. Mas é muita grana. Mas eles vão estar tão pertinho, mas mesmo assim, é muita grana. 1132 reais. Ida de buzão até auckland, avião até sidney, mais ingresso. Mais dormir em qualquer canto para poder voltar no sábado de manhã. Isso sem nenhuma refeição, nem líquidos... Mas ali, a três horas de viagem. Sério, estou muito tentado. Mas a razão às vezes ganha. Essa grana é mais da metade do meu salário. Depois eu estaria muito sem dinheiros. E talvez sem grana para voltar...
Blé. Life is unfair...
Quando estarei tão perto do show da minha banda predileta outra vez?
Blé. Life is unfair...
Quando estarei tão perto do show da minha banda predileta outra vez?
Monday, April 19, 2004
Parabéns mãe! Feliz aniversário!!!!! (dia 20)
Segunda, 19/04
Muito trabalho. Mesmo. Mas tá bacana. Tá valendo a pena. Saí do escritório às 17:35 e fui para a casa do responsável pela área de segurança da empresa, chamado Birger. Fomos eu, ele, Mark (um inglês) e Loui (um cara da Africa do Sul), para a casa do Birger tomar uma cerveja. Lá conhecemos Cathleen, esposa do anfitrião. Muito engraçada por sinal, uma tia que gosta de organizar tudo e manda no marido descaradamente. Bem engraçado. Depois da cerveja fomos para um restaurante indiano e nunca comi tanta comida com curry na minha vida. Sério. Muito temperado. Vááários copos de água depois. Mas apesar de muito temperada estava tri-boa. Frango, carne bovina, carneiro e peixe. Tudo à indiana com nomes que eu nunca vou me lembrar na vida. Depois da janta (paga pelo tio da Gallagher :D), fui para o mercado comprar meu café da manhã. Com 10 dólares (preço mínimo do café da manhã no hotel) eu compro coisas que eu gosto e felizes. Então, cama.
Mais informações a respeito da Gallagher aqui ou aqui.
Muito trabalho. Mesmo. Mas tá bacana. Tá valendo a pena. Saí do escritório às 17:35 e fui para a casa do responsável pela área de segurança da empresa, chamado Birger. Fomos eu, ele, Mark (um inglês) e Loui (um cara da Africa do Sul), para a casa do Birger tomar uma cerveja. Lá conhecemos Cathleen, esposa do anfitrião. Muito engraçada por sinal, uma tia que gosta de organizar tudo e manda no marido descaradamente. Bem engraçado. Depois da cerveja fomos para um restaurante indiano e nunca comi tanta comida com curry na minha vida. Sério. Muito temperado. Vááários copos de água depois. Mas apesar de muito temperada estava tri-boa. Frango, carne bovina, carneiro e peixe. Tudo à indiana com nomes que eu nunca vou me lembrar na vida. Depois da janta (paga pelo tio da Gallagher :D), fui para o mercado comprar meu café da manhã. Com 10 dólares (preço mínimo do café da manhã no hotel) eu compro coisas que eu gosto e felizes. Então, cama.
Mais informações a respeito da Gallagher aqui ou aqui.
Domingo, 18/04
Bom, de sábado para domingo dormi umas 13 horas e acordei às 10 da manhã. Tinha ido dormir às 8:30 no dia anterior. Li o jornal, escrevi um pouco do texto de sexta e sábado e às 11:30 o Grant me buscou no hotel para irmos para as Waitomo Caves. Waitomo é uma região composta de várias pedras e cavernas que foram feitas na explosão de um vulcão há váááários anos atrás. Antes de ir, pegamos Martin, que trabalha na área de engenharia aqui também e que é irmão do cara que criou um esporte chamado Black Water rafting. Indo para lá, vários cenários de montanhas, bem diferentes do que eu estava acostumado até aqui. Chegamos, lá almoçamos (sanduíche de novo) e fomos para o nosso tour. Nesse lugar eles possuem umas 15 ou mais cavernas que são utilizadas para finalidades diferentes de turismo. Nós fomos para curtir um tour chamdo Gloworm alguma coisa. O Black Water Rafting que eu falei acima se consiste em você colocar roupas de borracha, botas de borracha, um capacete com uma luzinha em cima e uma bóia preta em baixo dos braços. Depois de equipado, você entra na caverna e entra no rio (toda a caverna tem rio dentro aqui). O que acontece é que você vai boiando e passando por vários lugares no escuro, dentro da água. Como se fosse uma montanha russa , só que você vai boiando e só vai descobrir o que tem a sua frente uns 2 segundos antes. É muito rápido e dura aproximandamente uns 45 minutos. Preço: 145 dólares. Por isso não fomos nesse passeio. Fomos num mais calminho e mais bonito. Esse que eu fui, constituí-se em entrar numa caverna,




andar a pé uns 300 metros dentro dela, ver várias construções rochosas e aqueles negócinhos que eu agora esqueci o nome, pontudos e virados para baixo. Depois desses 300 metros a gente entra num bote e segue no escuro,
(Grant, Martin e eu)
com as luzes dos capacetes desligadas por mais uns 7 minutos. Então começamos a ver os gloamings. Os gloamings são umas luzinhas verdes que tem em todas as paredes da caverna e que só são perceptíveis no escuro. A gente vai andando no bote e um túnel de luzinhas verdes se encontra sobre você durante o percurso. O Guia vai levando o bote com o auxílio de um cabo de aço que foi instalado como guia. Depois lá dentro saímos do bote e ficamos apreciando as luzinhas verdes pelas paredes da caverna. Não tinha como tirar fotos porque era muito escuro e com o flash as luzinhas não iriam aparecer. As luzinhas na verdade são um tipo de larva de um inseto. Durante a época de sexo das larvinhas elas brilham e causam esse efeito que eu vi. Ficamos aproximadamente 1 hora dentro da caverna, muito massa.

Depois seguimos o caminho de volta e fomos para outra caverna, dar uma passeada.

De lá fomos para um lugar onde existe uma ponte natural formada por duas pedras gigantes e então para as quedas d'água. Uma coisa estranha é que eles quase não tem quedas de água aqui e esta aí é uma das maiores do país.
Depois disso fomos até a casa do irmão do Martin e então voltamos para Hamilton, jantando no Subway (que surpresa: sanduíches). Um domingo feliz...

Bom, de sábado para domingo dormi umas 13 horas e acordei às 10 da manhã. Tinha ido dormir às 8:30 no dia anterior. Li o jornal, escrevi um pouco do texto de sexta e sábado e às 11:30 o Grant me buscou no hotel para irmos para as Waitomo Caves. Waitomo é uma região composta de várias pedras e cavernas que foram feitas na explosão de um vulcão há váááários anos atrás. Antes de ir, pegamos Martin, que trabalha na área de engenharia aqui também e que é irmão do cara que criou um esporte chamado Black Water rafting. Indo para lá, vários cenários de montanhas, bem diferentes do que eu estava acostumado até aqui. Chegamos, lá almoçamos (sanduíche de novo) e fomos para o nosso tour. Nesse lugar eles possuem umas 15 ou mais cavernas que são utilizadas para finalidades diferentes de turismo. Nós fomos para curtir um tour chamdo Gloworm alguma coisa. O Black Water Rafting que eu falei acima se consiste em você colocar roupas de borracha, botas de borracha, um capacete com uma luzinha em cima e uma bóia preta em baixo dos braços. Depois de equipado, você entra na caverna e entra no rio (toda a caverna tem rio dentro aqui). O que acontece é que você vai boiando e passando por vários lugares no escuro, dentro da água. Como se fosse uma montanha russa , só que você vai boiando e só vai descobrir o que tem a sua frente uns 2 segundos antes. É muito rápido e dura aproximandamente uns 45 minutos. Preço: 145 dólares. Por isso não fomos nesse passeio. Fomos num mais calminho e mais bonito. Esse que eu fui, constituí-se em entrar numa caverna,




andar a pé uns 300 metros dentro dela, ver várias construções rochosas e aqueles negócinhos que eu agora esqueci o nome, pontudos e virados para baixo. Depois desses 300 metros a gente entra num bote e segue no escuro,
(Grant, Martin e eu)
com as luzes dos capacetes desligadas por mais uns 7 minutos. Então começamos a ver os gloamings. Os gloamings são umas luzinhas verdes que tem em todas as paredes da caverna e que só são perceptíveis no escuro. A gente vai andando no bote e um túnel de luzinhas verdes se encontra sobre você durante o percurso. O Guia vai levando o bote com o auxílio de um cabo de aço que foi instalado como guia. Depois lá dentro saímos do bote e ficamos apreciando as luzinhas verdes pelas paredes da caverna. Não tinha como tirar fotos porque era muito escuro e com o flash as luzinhas não iriam aparecer. As luzinhas na verdade são um tipo de larva de um inseto. Durante a época de sexo das larvinhas elas brilham e causam esse efeito que eu vi. Ficamos aproximadamente 1 hora dentro da caverna, muito massa.

Depois seguimos o caminho de volta e fomos para outra caverna, dar uma passeada.

De lá fomos para um lugar onde existe uma ponte natural formada por duas pedras gigantes e então para as quedas d'água. Uma coisa estranha é que eles quase não tem quedas de água aqui e esta aí é uma das maiores do país.
Depois disso fomos até a casa do irmão do Martin e então voltamos para Hamilton, jantando no Subway (que surpresa: sanduíches). Um domingo feliz...
